quarta-feira, 3 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
H M B. essa saudade de ti
Esta é daquelas que não precisam de encaixar plenamente no estado de espírito actual!!
Sabe bem ouvi-la porque a saudade existe, sabe melhor ainda acompanha-la com a presença de quem nos deixa saudades. Quando a presença existe o momento "dança" pela melodia da música. Quando a saudade aperta a letra transporta-nos para as memórias.
É tão bom e essencial... sentir a "posse"!! "Nunca pensei que a falta de alguém fizesse tão bem".
Ter alguém dá vontade de partir e regressar... de trazer novidades e não ter tempo de as contar porque a palavra é interrompida pelo toque e desejo carnal. O amor sabe digerir todos estes estados. As pessoas talvez demorem um pouco mais a consegui-lo. O "existir" por si só faz tanto por nós... dá-nos a coragem e inspiração diária. Permite-nos estar em pleno na vida... disfrutar de tudo mesmo quando não precisamos de mais nada.
És tu que me dás tempos assim...
sexta-feira, 15 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Spoiled.
Hoje parece ser dia para celebrar o amor. Lembrar que alguém que está do nosso lado merece a nossa atenção.
Aceito a lembrança massiva do comércio, mas não será preocupante mobilizar todas as nossas intenções para um só dia. Afinal de contas, todos os dias são dias. E é talvez nos piores que o amor vem ao de cima. Só quem ama cuida e adverte. Será realmente interessante manifestar o amor, materializando-o numa data, sem a capacidade de dar um sorriso ou ter vontade de algo mais. Queremos amar, ou mostrar que somos amados? Ou pior, fingir que mantemos relações que se acendem pela luz da vela e pelo clima romântico preparado pelos outros.
Bem, não sou contra, mas acho que o clima tem de rolar todos os dias... mesmo quando parece não estar a rolar.
Este dia é uma especie de post it que colamos anualmente nos nossos planos pessoais, e fica à espera de ser concluído como uma tarefa agendada.
E aparecem os "românticos" a questionar os solteiros, que teimam em não se fidelizarem e assentarem perante a sociedade e os seus convencionalismos. Acabam por ter a sua razão porque afinal é-nos possível viver sozinhos desde que seja à espera de alguém.
O amor não precisa de ter dia.. tem é de estar em dia. De que vale deitar cheia de promessas se o acordar amanhã não as cumpre. Para mim hoje é só mais um dia que ontem.. para os que tem problemas de expressão e precisam das "moletas sociais" para se declararem, fica o post seguinte.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Just love.
Não tanto pela música.. muito pelo vídeo.. completamente pela letra!
"All I want is the taste that your lips allow
Give me love like never before
Cause lately I´ve been craving more"
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Sou tua.
O inicio da música marca o abanar de uma cortina junto a uma
janela que vai recebendo uma brisa quente e suave. Em silhueta sobem dois
corpos envolvidos pelo tecido que desce a cama. A voz inicia e trocam-se
olhares.. o tom cresce e o toque acontece. Cada estrofe musical corresponde ao
encontro dos lábios que se movem conforme a intensidade musical.
Cresce a sonoridade e o amor acontece.. levado ao expoente da
loucura que transpira paixão. O beijo é acompanhado pelo deslizar das mãos que
se unem para tornar mais firmes os movimentos.
Enquanto a música está em alta os olhos permanecem
fechados.. não precisam de ver para conduzir o momento. Tudo se sabe de cor... o amor não cega, deixa
ver de qualquer maneira e feitio.
Os poros dilatam os olhos abrem-se e a figura apaixonada
aparece. A música retorna à calma e o sorriso encerra o clima. Fundem-se numa
só imagem e um forte suspiro leva-os ao descanso.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Nobody Business
A música original pertence a uma outra dupla. Mas esta versão está muito mais arrojada.
Aproveitando a audácia desta dupla que não está nem aí para as regras musicais impostas pelos originais apetece-me falar sobre os assuntos que "não são da conta de ninguém".
A mesquinhice alimenta muita gente, os desocupados que precisam da vida alheia para fazer a sua. E a todos esses seres cheios de sabedoria quotidiana dizemos "isto não é da tua conta".
A verdade é que ao tentarmos corresponder às regras sociais que nos formatam e conduzem a um só comportamento, deixaremos de arriscar e agarrar as melhores coisas da vida.
Por isso mesmo digo, se queres ser feliz quebra as regras, sente e respeita a tua vontade, sem ferir o meio em que estás inserido. Quem bem quer parecer, triste na verdade será!
A oportunidade não é mais do que muita vontade própria em querer atingir determinados objectivos. E é aqui que os puritanos da sociedade gostam de aparecer a reclamar o excesso de audácia.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Calor.
Praia. Mergulhos. Pôr do sol.
Esta música vai estar a tocar bem junto à areia neste verão. Nos vários serões de praia e naqueles momentos em que a energia solar queima a pele e nos activa a mente.
Isolo-me nos in ears e encontro-me a sós com aquilo que apenas desejo. Vou ao encontro dos meus momentos e inspiro-me para os próximos.
É o verão a potenciar atitude!!!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Lançar-se no vazio até ao abraço
A vida é uma instabilidade constante. Tudo obedece a uma lógica de subidas e descidas, avanços e retrocessos, alegrias e tristezas...
É preciso compreender esta harmonia de respiração emocional, como se navegássemos num mar infinito de ventos e marés sempre novos.
Nos momentos críticos experimentamos um vazio tremendo, semelhante ao que os trapezistas sentem quando se vêem no ar entre um trapézio e outro, onde a coragem tem de vencer o nada. Momentos de vertigem única. Instantes de vida, que podem durar anos, em que se deve manter uma fé à prova de tudo e de todos.
É nos piores momentos que se descobrem os grandes gestos. Há pessoas que são portos seguros, trapezistas que arriscam a sua própria queda para nos ajudarem, para nos agarrarem, para que a sua força preencha a nossa fraqueza. Não nos condenam, apenas nos sorriem olhos nos olhos, como iguais. Sem nos julgarem. Sem nos cobrarem. Deixando-nos ir, se quisermos isso...
Depois há as outras pessoas, as normais, aquelas que quanto menos têm para dizer mais falam... que só sabem manipular e a isso até chamam amor. As que estão sempre cheias de si mesmas e de pressa, julgam, agarram, dizem e desdizem, largam, condenam e esquecem... sem hesitar ou ter dúvidas ou ressentimentos. Com um orgulho em si mesmas tão épico quanto ridículo.
Hoje parece que não há paciência nenhuma, Fé, nem mesmo para esperar pelo bem. A recorrente vitória dos fatalismos sobre a esperança demonstra que quando se trata de confiar, a maior parte das gentes prefere virar costas e procurar algo mais imediato, em vez de sofrer numa luta que pode valer bem a pena sofrida, mas em que a simples incerteza quanto ao resultado é entendida como motivo mais do que suficiente para justificar a desistência... embora nunca lhe chamem desistir. Estas pessoas, as dos egos planetários, são génios dos eufemismos! Mentiras.
Já quase ninguém ama verdadeiramente. Hoje parece preferir-se a manipulação. Jogos de estratégias emocionais que visam a sobrevivência e a multiplicação dos egoísmos.
Quem ama não manipula. Quem ama é e promove o ser do outro, sem grandes condições. Olhos nos olhos. Verdade.
Claro é que a melhor forma de garantir que o nosso coração não se magoa é guardá-lo longe de tudo e de todos. Aí se preservará, mas não tardará até entrar numa lenta decadência de autodestruição, porque sem amar um coração morre e vive no inferno: esse caixão em que o fechámos, impenetrável, escuro, imóvel e sem ar. Ainda que esteja, com outros, no mesmo jazigo...
Quem ama está vivo e presente. É o presente. Vive à distância sincera de uma troca de olhares que atesta a verdade do Amor. Mas sem nunca, por nada, aprisionar o outro. Sofre-se o peso de montanhas. Choram-se rios. Mas acredita-se sempre que há uma vida, inteira e eterna, onde quem ama é feliz. Também aí com altos e baixos, afinal o bom não é monótono.
A vida dá-nos mais do que lhe conseguimos retribuir e, eis a sua maior maravilha: não espera nada em troca.
Ser grato pelo que sou é o passo decisivo que me fará arriscar tudo por entre os vazios quase infinitos dos trapézios... até chegar a abraçar, para sempre, o alguém que é o meu porto seguro. Onde quer que ele esteja. Aconteça o que acontecer. Quando há Amor a morte não interessa. “Até que a morte nos separe” acaba por ser uma proposição pessimista de gente com pouca fé que desconhece o que é e o que faz o Amor.
Por José Luís Nunes Martins
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Impossível é...
Hoje voltei a entrar no grande ecrã. Participei numa história que não era a minha... quando dei por mim já me tinha afogado e ressuscitei. Ficção à parte, saí da sala lavada em lágrimas boas. Daquelas que nos escorrem pela cara pelas melhores emoções. Foi forte!!
Ficou a lição da esperança e do amor. Só sofre quem gosta e se sujeita à partilha. Quem sente que o seu lugar não fica por ali... e deseja viver para além dos obstáculos.
Fiquei positivamente transtornada.
Aconselho!
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
You would somersault in sand with me
E assim se embala no descanso. Mesmo que não seja por sono apetece fechar os olhos. Passar em revisão as coisas boas do ultimamente. Agarrar em frescas memórias que nos dão o impulso certo para o amanhã. Pensar... só no que aconteceu... e deixar de lado suposições e receios.
Chegada à parte final da música volto a sentir exactamente os tais momentos fundamentais que nunca irão pertencer a um passado muito remoto. Dá mesmo vontade de parar aí... e entretanto o sono chega mesmo e transporta o pensamento para o sonho.
O dia seguinte aparece e o sorriso levanta-me da cama com vontade de construir mais memórias destas.
domingo, 20 de janeiro de 2013
+ 18
Gosto de provocar os outros. Ser activa mesmo pela observação.
Saber apreciar toca-nos tanto ou mais como quando nos "damos a provar". Alimenta e sacia.
Saber apreciar toca-nos tanto ou mais como quando nos "damos a provar". Alimenta e sacia.
Quando não queremos revelar o nosso EU directamente, caminhamos em direcção ao próximo e atacamos a sua postura. A partir daí tudo será reflexo de nós os dois.
(sem título)
Só pela música... que não me trava a imaginação. Adoro. Viajo. Faço e volto a fazer!!
A sonoridade sugere acções promíscuas.. a batida empurra e a sedução acontece.
Ser sexy não é dizer estou pronta.. basta abrir o apetite.
Oiçam e libertem-se!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Want you in my soul...
... said i want you in my soul, your love to me is gold, this thing i cant control, just let this feeling go,
GONNA LET THE FEELING GO!!
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Reflexo
Olhar para trás!
Por vezes necessitamos de vasculhar na memória para encontrar dicas futuras. Ver o que ficou para trás nem sempre é sinónimo de ultrapassagem. Alcançam-se novas metas do mesmo ponto de partida. Retém-se o pensamento em vivências transactas e projectam-se intenções futuras. Olhando para trás reúnem-se certezas, decifram-se momentos, traça-se um rumo! Por muito que nos custe deixar para trás o que queríamos ter ao lado, ficará sempre o reflexo de uma existência conjunta.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Feel
Esta é a minha escolha hoje! Não que me queria "aproveitar" da música para revelar um estado de espírito... este som preenche todo o espaço que poderia destinar às palavras.
Ainda assim posso dizer que não foi "ao calhas" que cheguei a esta música... voltei a cair num ciclo bom, homónimo de outros tempos e gentes!! Tanta foi a banda sonora que marcou essa época, e se algumas melodias me puxam para o lado negro, esta deixa-me a flutuar no melhor momento.
Mudam-se os tempos, algumas pessoas, alguns lugares... mas a experiência emocional permanece viva.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Ei!
Está visto que o comodismo nos dá uma satisfação de pouca
dura. Pensamos, pensamos... e temos receio de enveredar por outros caminhos que
não os nossos.
Mas quem sabe se não são esses mesmos que nos dão o atalho para
o que tanto desejamos?
Eu acho que sim! Convenções, status, estigmas... tudo o
que corresponde ao nosso universo mas que nos materializa tão pouco!
É preciso descolar do mesmo fundo, marcar presença em locais
novos, olhar e cativar novos feitios, desafiar e estimular o ser. Desconfiar da
opinião alheia que tantas vezes nos empurra para “o bonito” e nos distancia da
felicidade.
Mas não cabe totalmente aos outros desempenhar esse papel!
Temos de ser nós a dar cartas e a baralhar as coisas por vezes. Os outros
importam! Questionam e mexem-nos na consciência...
mas pouco mais poderão fazer sem a nossa vontade de vingar.
Timidamente talvez hoje sinta que para ser feliz preciso
muito mais do que o agrado dos outros, ou do arquivo vitorioso de algumas
conquistas, ou da suposta existência de projetos que deem vida ao sonho!
Tudo isso ainda existe.
Mas se a semana tem dias e o dia tem horas, não podemos ignorar que o tempo
passa e deixarmos para amanhã o que já devia ter sido o nosso hoje!!!
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
E porque temos momentos em que precisamos de nos saber render às circunstâncias... hoje penso se valerá a pena adiar alguns planos para tentar encurtar o caminho da felicidade.
Talvez tenhamos de percorrer outras distâncias que não ficam na direcção dos nossos sonhos. É duro perceber que a concretização pessoal não passa pelos ideais que nos adormecem todas as noites.. sonhos que queremos concretizar!!
Pois é! Hoje penso que irei continuar a adormecer e a sonhar com o mesmo, mas talvez acorde para abraçar uma outra realidade.
Se assim tiver de ser, que isso me traga serenidade e não me apague definitivamente a vontade de vingar e lutar pelo que sempre desejei.
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