terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Spoiled.
Hoje parece ser dia para celebrar o amor. Lembrar que alguém que está do nosso lado merece a nossa atenção.
Aceito a lembrança massiva do comércio, mas não será preocupante mobilizar todas as nossas intenções para um só dia. Afinal de contas, todos os dias são dias. E é talvez nos piores que o amor vem ao de cima. Só quem ama cuida e adverte. Será realmente interessante manifestar o amor, materializando-o numa data, sem a capacidade de dar um sorriso ou ter vontade de algo mais. Queremos amar, ou mostrar que somos amados? Ou pior, fingir que mantemos relações que se acendem pela luz da vela e pelo clima romântico preparado pelos outros.
Bem, não sou contra, mas acho que o clima tem de rolar todos os dias... mesmo quando parece não estar a rolar.
Este dia é uma especie de post it que colamos anualmente nos nossos planos pessoais, e fica à espera de ser concluído como uma tarefa agendada.
E aparecem os "românticos" a questionar os solteiros, que teimam em não se fidelizarem e assentarem perante a sociedade e os seus convencionalismos. Acabam por ter a sua razão porque afinal é-nos possível viver sozinhos desde que seja à espera de alguém.
O amor não precisa de ter dia.. tem é de estar em dia. De que vale deitar cheia de promessas se o acordar amanhã não as cumpre. Para mim hoje é só mais um dia que ontem.. para os que tem problemas de expressão e precisam das "moletas sociais" para se declararem, fica o post seguinte.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Just love.
Não tanto pela música.. muito pelo vídeo.. completamente pela letra!
"All I want is the taste that your lips allow
Give me love like never before
Cause lately I´ve been craving more"
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Sou tua.
O inicio da música marca o abanar de uma cortina junto a uma
janela que vai recebendo uma brisa quente e suave. Em silhueta sobem dois
corpos envolvidos pelo tecido que desce a cama. A voz inicia e trocam-se
olhares.. o tom cresce e o toque acontece. Cada estrofe musical corresponde ao
encontro dos lábios que se movem conforme a intensidade musical.
Cresce a sonoridade e o amor acontece.. levado ao expoente da
loucura que transpira paixão. O beijo é acompanhado pelo deslizar das mãos que
se unem para tornar mais firmes os movimentos.
Enquanto a música está em alta os olhos permanecem
fechados.. não precisam de ver para conduzir o momento. Tudo se sabe de cor... o amor não cega, deixa
ver de qualquer maneira e feitio.
Os poros dilatam os olhos abrem-se e a figura apaixonada
aparece. A música retorna à calma e o sorriso encerra o clima. Fundem-se numa
só imagem e um forte suspiro leva-os ao descanso.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Nobody Business
A música original pertence a uma outra dupla. Mas esta versão está muito mais arrojada.
Aproveitando a audácia desta dupla que não está nem aí para as regras musicais impostas pelos originais apetece-me falar sobre os assuntos que "não são da conta de ninguém".
A mesquinhice alimenta muita gente, os desocupados que precisam da vida alheia para fazer a sua. E a todos esses seres cheios de sabedoria quotidiana dizemos "isto não é da tua conta".
A verdade é que ao tentarmos corresponder às regras sociais que nos formatam e conduzem a um só comportamento, deixaremos de arriscar e agarrar as melhores coisas da vida.
Por isso mesmo digo, se queres ser feliz quebra as regras, sente e respeita a tua vontade, sem ferir o meio em que estás inserido. Quem bem quer parecer, triste na verdade será!
A oportunidade não é mais do que muita vontade própria em querer atingir determinados objectivos. E é aqui que os puritanos da sociedade gostam de aparecer a reclamar o excesso de audácia.
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